No último dia 17 foi realizada manifestação contrária ao aumento do custeio do Grupo Executivo de Assistência Patronal (Geap), que chegou aos 37,55% e está vigente desde o início de fevereiro.
As entidades que têm assento nos Conselhos com representantes eleitos (Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal [Anfip], Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social [CNTSS], Federação Nacional dos Empregados em Empresas e Órgãos Públicos e Privados de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares [Fenadados], Associação Nacional dos Procuradores e Advogados Públicos Federais [Anpprev] e Associação Nacional Servidores Previdência Social [Anasps]) participaram do ato que foi realizado em frente ao Ministério da Saúde e, posteriormente, em passeata, no Planalto.
Os manifestantes conseguiram agendar uma reunião na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no dia 29 deste mês para, entre outras coisas, discutir as reservas que ela exige e que, segundo a Diretoria Executiva da Geap, ajudou a impactar o aumento do custeio. Outro ponto que será levado à reunião é a reivindicação de tratamento igualitário da ANS para com as autogestões e empresas que visam lucro no mercado.

JUSTIFICATIVA
Em nota publicada em seu site, a Geap afirma que o percentual de aumento foi definido com base em estudo atuarial, que leva em conta o crescimento das despesas assistenciais da área de saúde suplementar. A instituição alega que a mudança visa garantir o equilíbrio econômico-financeiro para o próximo ano.
“Este reajuste é absolutamente necessário para manter e qualificar ainda mais a assistência que a Geap vem prestando aos seus beneficiários”, diz o presidente do Conselho Administrativo, Ronald Acioli da Silveira.



















