A Diretoria da ANFIP-SP – Associação dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil em São Paulo – realizou ontem (terça-feira, dia 22) a reunião do mês de março, em formato híbrido (presencial e remoto), que tratou, entre outros assuntos, dos trabalhos para que a remuneração da categoria retorne a ser por Subsídio.
A remuneração dos Auditores-Fiscais era realizada por meio de Subsídio. Após a edição de uma Medida Provisória no final de 2016, já durante o Governo Temer, o Subsídio deu lugar ao Vencimento Básico com Bônus de Eficiência. Em julho de 2017, a Medida Provisória foi convertida em Lei.
Pela ANFIP-SP, participaram o presidente Genésio Denardi; o vice-presidente Walter Moraes Gallo; e os diretores Marinalva Azevedo Braghini (Administração), Margarida Lopes de Araújo (Assuntos Jurídicos), Noir Siqueira Franco (Cultura Profissional, Esportes e Lazer), Jamile Jabra Malke (Divulgação e Relações Públicas), Dirce Leme Claro de Menezes (Finanças) e Nilza Garutti (Política de Classe e Interesse Fiscal). Pela Anfip participaram o presidente Vilson Romero e a vice-presidente Executiva, Eucélia Maria Agrizzi Mergár.
SUBSÍDIO
Durante a reunião, Romero explicou as principais demandas e como será a atuação da entidade nacional nos próximos períodos, pautada, sobretudo, nas ações integradas às suas bases e na recuperação do poder aquisitivo da categoria.
“Dentro do nosso projeto de Anfip integrada às bases, estamos conversando com as Estaduais e queremos nos colocar à disposição para prestar contas, ouvir sugestões e críticas. Estamos caminhando, não só agora, mas desde 2016, para o que nossos associados decidiram, que é a volta da remuneração da carreira por Subsídio e a paridade integral entre ativos e aposentados”, afirmou o presidente.
Para Genésio Denardi, a questão remuneratória é crucial para a categoria. “Há uma perda considerável no poder aquisitivo dos Auditores-Fiscais, ainda mais se levarmos em consideração o tempo sem reajuste e a inflação no período”, disse.
O presidente da ANFIP-SP acredita que a mudança na remuneração da categoria realizada em 2016 não teve efeitos positivos e será necessário um trabalho de base consistente, junto aos deputados federais em todos os Estados, em favor do retorno do Subsídio.
* Com informações da Anfip



















