Como representante do Estado de São Paulo, o ex-presidente da APAFISP e atual vice-presidente de Cultura Profissional, Esporte e Lazer, Walter Moraes Gallo, esteve em diversas reuniões em Brasília e Vitória (ES), com o objetivo de que o reajuste do fosse o menor possível. A proposta da Unimed/Benevix, inicialmente, era superior a 23%. Depois de diversas propostas e contrapropostas, chegou-se aos 13,5%, mais algumas alterações nas coparticipações.
O reajuste poderia ter sido de 9,85%, caso a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) deixasse de receber os R$ 2 milhões pagos de pró-labore, por parte da Unimed/Benevix. Gallo afirma que sempre defendeu que este valor não fosse pago e, por conseguinte, o reajuste para os associados fosse o de 9,85% e não o de 13,5%, vigente desde janeiro. O Conselho de Representantes dos Estados na Anfip não aceitou, pois contam com esse repasse da Unimed/Benevix para manterem sua saúde financeira.
O pró-labore recebido pela Anfip é dividido da seguinte maneira: R$ 1 milhão para a Anfip e o outro milhão entre as associações regionais, sendo que é retirado 25% do quinhão dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais para ser redistribuído aos demais Estados.
Conselho Executivo da APAFISP




















