A Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) publicou hoje (quarta-feira, dia 3) o resultado da Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 26 de julho: 80% dos associados optaram pelo indicativo número 1, que defende o subsídio e a paridade. Os indicativos dois e três receberam, respectivamente, 5% e 15% dos votos.
A maior parte dos votos é proveniente das correspondências enviadas por associados de todo o País. Os de Brasília tiveram assembleia presencial na sede da entidade. A apuração foi realizada ontem (dia 2), de um total que superou os 3,2 mil votos.
A ESCOLHA DOS ASSOCIADOS
Pelo indicativo número 1, a Anfip defenderá a proposta substitutiva de manutenção do subsídio com reajuste de 10,8% mais incorporação de R$ 3 mil em janeiro de 2017; 4,75% em janeiro de 2018 e 4,5% em janeiro de 2019 (proposta semelhante ao Termo de Acordo firmado por Delegados e Peritos Criminais da Polícia Federal).
No Projeto de Lei (PL) substitutivo, elaborado pela Anfip, são contemplados todos os itens da pauta não remuneratória e, no que tange à questão salarial, é mantida a remuneração por subsídio, com reescalonamento da carreira em nove padrões.
Caso o PL substitutivo seja aprovado no Congresso, os Auditores-Fiscais nas classes iniciais passariam a ter um reajuste expressivo, de acordo com a Anfip. “Por exemplo, quem hoje está na Classe A, I, teria seu subsídio elevado em 41,1% (R$ 22.211,01) e quem está na Classe S, IV teria uma elevação no atual subsídio de 24,1% (R$ 27.943,08)”, explica a entidade em seu site.
“O trabalho parlamentar, que sempre foi importante, agora se torna decisivo para a categoria. Temos de buscar aproximação com deputados e senadores, entrar em contato com suas bases locais e apresentar a importância de que os direitos adquiridos pela categoria sejam respeitados”, afirma a presidente da APAFISP – Associação Paulista dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil – Sandra Tereza Paiva Miranda.



















