O Conselho de Representantes da Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) esteve entre os dias 21 e 22 de março em Brasília para realização de Reunião Extraordinária, na qual foram discutidos diversos temas, com destaque para as atividades acerca da Medida Provisória (MP) 765/2016, que trata do reajuste da categoria, e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, sobre a reforma da Previdência.
Após a abertura realizada pelo presidente da Anfip, Vilson Romero, foi iniciada a leitura e aprovação das atas da reunião conjunta dos conselhos de Representantes, Fiscal e Executivo e reunião ordinária do Conselho de Representantes, realizadas nos dias 7 e 8 de dezembro de 2016.
Depois foi realizada análise dos pareceres do Conselho Fiscal dos trimestres maio/junho/julho de 2016, agosto/setembro/outubro de 2016, novembro/dezembro2016/janeiro/2017. Em outro momento foi apresentado relatório de aquisição de bens imóveis e avaliado o andamento dos trabalhos das Comissões constituídas pelo Conselho de Representantes (futuro da Anfip, Regimento Interno do Conselho e Comitê de Investimentos), além de propostas de reforma estatutária.
“Acompanhamos a Ação dos Conselheiros da Anfip em reunião no dia 22, com o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), relator da MP 765/16, com a intenção de defesa da manutenção do subsídio, além de buscar a garantia dos direitos dos associados”, diz a presidente da APAFISP – Associação Paulista dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, Sandra Tereza Paiva Miranda.
Ela afirma que defendidas emendas apresentadas por iniciativa da Anfip, que tratam, prioritariamente, da forma de remuneração nos mesmos moldes da concedida aos delegados e peritos da Polícia Federal. “Estas emendas impedem a quebra da paridade entre ativos, aposentados e pensionistas”, explica.
O Conselho de Representantes acompanhou da Audiência Pública da Comissão da PEC 287, realizada no dia 21, onde Vilson Romero defendeu os números e metodologia da Anfip, que apontam superavit da Seguridade Social, e não o deficit bilionário apresentado pelo Governo.





















