Um dos pontos mais citados por quem defende o fim do isolamento social é a preocupação com a economia, que já tinha projeções abaixo da expectativa do Governo e, com a pandemia do coronavírus, causador da doença covid-19, os números são ainda piores.
Na busca por uma solução fiscal, a Anfip, ao lado da Unafisco Associação, Sindifisco, Fenafisco e duas outras entidades de servidores da área tributária, Fenafim e Febrafite, elaboraram dez medidas para o enfrentamento da crise econômica e fiscal e as disponibilizaram em uma página específica para o projeto. Acesse www.10medidastributarias.org.br.
Em um manifesto publicado na página, as entidades afirmam que, com as iniciativas tomadas pelo Banco Central do Brasil, não será possível garantir a empregabilidade dos brasileiros por mais tempo, nem responder adequadamente à sociedade, sem algumas medidas tributárias emergenciais que busquem identificar, dentro da crise, quais segmentos econômicos podem colaborar com as necessidades do conjunto da população e com a reativação da economia, no curto e médio prazos.
De acordo com as entidades, todas as receitas tributárias decorrentes das medidas elencadas deverão ser partilhadas entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios, para o enfrentamento da calamidade de saúde pública e dos seus impactos na economia. O conjunto das propostas, que é dividido em duas partes (desoneração tributária e incremento na arrecadação) representa um impacto positivo na arrecadação estimado em R$ 234 a 267 bilhões no período de 12 meses. Confira abaixo as medidas:




















